For the sake of pure violence.

One of the best aspects of the Seventh Art is its power to be used as a tool for socio-political-cultural change anywhere in the world. Society simply needs to be willing to embrace this fact, although unfortunately it often refuses to do so. Nevertheless, over the decades since its birth, it has become increasingly common for movies to take a more incisive approach when dealing with "thorny" and "controversial" subjects. Conservative and traditional audiences generally dislike these movies because they touch on "unhealed wounds".
As a result, all kinds of minority communities have been gaining the recognition they deserve in productions from studios that are not afraid to take risks, giving voice, shape, weight, and visibility to the people who belong to these "niches". On the other hand, the approach is not always the most appropriate (and here I am not referring only to minorities, but to the broader cinematic context as a whole... especially what is produced within American cinema). Perhaps this is because the focus on developing the idea (while still on paper) is misguided from the very beginning of its conception.
The focus here is on movies that rely heavily on violence as both a narrative and, above all, a graphic device to build the foundations of their stories. These are generally movies in which so-called "gratuitous violence" is used as a "disguised excuse" to "justify" the behavior of the characters and even the very nature of the themes chosen for discussion. This is not always a mistake, but when there is no depth in the screenplay, everything becomes vague and highly sensationalized. It all turns into a desperate attempt to shout an empty message at an apathetic audience.
Personally, I have had the opportunity to watch many movies in which pure violence becomes genuinely uncomfortable because it is used as a device with a single purpose: to shock whoever is on the other side of the screen. Whether physical or psychological, many screenwriters and directors make poor bets with this "device" (which may or may not involve verbal communication) and fail to develop effective projects because they become lost in their own execution. Violence as a visual device only works when it has “soul”.
What once seemed to be a genuinely important resource for emphasizing certain cinematic aspects within a story now appears to be trivialized by many professionals simply to attract easier attention from the general public. Perhaps the idea of ”any publicity is good publicity” has become commonplace among those who truly do not care about the weight this device carries, thus fueling a highly superficial and harmful trend on many levels. After all, movies are products consumed by people (and within every mind exists a different world).
Uno de los mejores aspectos del Séptimo Arte es el poder que tiene para ser utilizado como una herramienta de cambios sociopolítico-culturales en cualquier parte del mundo. La sociedad solo necesita estar dispuesta a aceptar ese hecho, aunque lamentablemente se niegue a hacerlo en muchos casos. Sin embargo, a lo largo de las décadas desde su nacimiento, no es raro que la producción cinematográfica sea cada vez más incisiva al abordar temas “espinosos” y “controvertidos”. Al público conservador y tradicional generalmente no le gustan estas películas, porque tocan “heridas no cicatrizadas”.
Así, todo tipo de grupos sociales minoritarios ha ido consiguiendo el merecido protagonismo en producciones de estudios que no tienen miedo de innovar, dando voz, forma, peso y visibilidad a las personas que forman parte de esos “nichos”. Por otro lado, no siempre el enfoque logra ser el más apropiado (y aquí no me refiero solo a las minorías, sino a todo el contexto cinematográfico más amplio... en especial, al que se realiza dentro del cine estadounidense). Tal vez porque el enfoque en el desarrollo de la idea (todavía sobre el papel) esté equivocado desde el inicio de su concepción.
En el centro de atención están las películas que usan y abusan de la violencia como recurso narrativo y, principalmente, gráfico, para construir los cimientos de sus historias. Generalmente, son películas en las que la llamada “violencia gratuita” se utiliza como una “excusa disfrazada” para “justificar” el comportamiento de los personajes y la propia naturaleza de los temas elegidos para ser debatidos. Esto no siempre es un error, pero cuando no hay profundidad en el guion, todo se convierte en algo vago y muy sensacionalista. Todo termina transformándose en un intento desesperado de gritar un mensaje vacío a un público apático.
Hablando desde mi experiencia personal, ya he tenido la oportunidad de ver muchas películas en las que la violencia pura llega a ser bastante incómoda, porque se utiliza como un recurso que tiene una única función: causar algún tipo de impacto en quien está al otro lado de la pantalla. Ya sea violencia física o psicológica, muchos guionistas y directores hacen apuestas equivocadas con este “recurso” (que puede o no tener algún tipo de comunicación verbal), y no logran desarrollar proyectos eficaces porque están perdidos en sus propias ejecuciones. La violencia como recurso visual solo funciona cuando tiene “alma”.
Lo que antes parecía utilizarse como un recurso realmente importante para enfatizar algunos aspectos cinematográficos dentro de la trama, parece estar siendo banalizado por muchos profesionales solo para conseguir algún tipo de atención más fácil por parte del público en general. Tal vez la idea de “que hablen mal, pero que hablen de mí” sea algo recurrente entre las personas que realmente no se preocupan por el peso de este recurso, fomentando así una ola bastante superficial y perjudicial en muchos sentidos, al fin y al cabo es un producto consumido por personas (y en cada mente existe un mundo diferente).
Um dos melhores aspectos da Sétima da Arte, é o poder que ela tem de ser usada como uma ferramenta de mudanças sócio-políticos-culturais em qualquer parte do mundo. A sociedade só precisa estar disposta a abraçar esse fato, apesar de infelizmente se recusar a fazer isso em muitos casos. No entanto, ao longo de décadas desde o seu nascimento, não é incomum que a produção de filmes sejam cada vez mais incisiva ao tratar sobre temas “espinhosos” e “controversos”. O público conservador e tradicional geralmente não gosta desses filmes, porque eles tocam em “feridas não curadas”.
Sendo assim, todo e qualquer tipo de sociedade minoritária vem conseguindo o merecido destaque em produções dos estúdios que não tem medo de ousar, dando voz, forma, peso e visibilidade as pessoas que fazem parte desses “nichos”. Por outro lado, nem sempre a abordagem consegue ser a mais apropriada (e aqui eu não me refiro apenas as minorias, mas sim, a todo contexto cinematográfico mais amplo... em especial, ao que é feito dentro do cinema estadunidense). Talvez, porque o foco no desenvolvimento da ideia (ainda no papel) esteja equivocado desde o início da sua concepção.
Em foco, os filmes que usam e abusam da violência como recurso narrativo, e principalmente gráfico, para construir os alicerces de suas histórias. Geralmente, são filmes a chamada “violência gratuita” é usada como “desculpa disfarçada” para “justificar” o comportamento dos personagens e da própria natureza dos temas escolhidos para serem discutidos. Nem sempre isso é um erro, mas quando não há profundidade no roteiro, tudo se torna em algo vago e muito apelativo. Tudo acaba sendo convertido em uma tentativa desesperada de gritar uma mensagem vazia, para um público apático.
Particularmente falando, eu já tive a oportunidade de assistir muitos filmes onde a violência pura chega a ser bastante constrangedora, porque é usada como um recurso que tem uma única função: causar algum tipo de choque em quem está do outro lado da tela. Seja violência física ou psicológica, muitos roteiristas e diretores fazem apostas erradas com esse “recurso” (que podem ou não, ter alguma comunicação verbal), e não conseguem desenvolver projetos eficiente porque estão perdidos nas suas próprias execuções. A violência enquanto recurso visual só funciona quanto tem “alma”.
O que antes parecia ser usado como um recurso realmente importante para enfatizar alguns aspectos cinematográficos dentro da trama, parece estar sendo banalizado por muitos profissionais apenas para conseguir algum tipo de atenção mais fácil por parte do público em geral. Talvez, a ideia do “falem mal, mas falem de mim” seja algo recorrente para as pessoas que realmente não se importam com o peso desse recurso, fomentando assim uma onda bastante superficial e danosa em muitas linhas, afinal é um produto consumido por pessoas (e em cada mente existe um mundo diferente).
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